SIPAT 2011

SIPAT 2011

Você acha que ter um Técnico de Segurança do Trabalho em sua empresa lhe ajudaria?

VÍDEOS

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domingo, 18 de dezembro de 2011

VALOR VERDADEIRO

Olá amigos, fim de ano chegou!!! Um novo ano aproxima-se, espero que essa nova era seja uma plataforma de valorização da vida, pois muito se fala em segurança, em prevenção, mas pouquíssimo é feito para de fato mudar a história. Digo história não englobando somente dados ou estatísticas, mas sim no sentido real da palavra. Para se fazer bem uma atividade, é necessário ter amor a camisa e lutar incansavelmente pela causa e resultado, e é exatamente isso que espero fazer em minha atuação como Técnica de Segurança do Trabalho. A vida é única, e não tempo para ensaios ou teatros, por isso fazer sempre o  melhor de si é o ideal, só assim a história muda, não somente no contexto global, mas a nossa história de vida. Não devemos viver em vão, temos que ser lembrados pós morte, como alguém que realmente fez valer a pena sua existência, e colaborou para a existência de outros. Ser Técnico de Segurança do Trabalho é ser um anjo da coletividade, e Deus está nos guiando para isso, a inteligência para tal foi dada por ele, e creio que cuidar do próximo enquadra-se em um de seus mandamentos:  AMAI AO PRÓXIMO COMO A SI MESMO!!!!!


Jucelia Cesário

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

WG-Segurança e Saúde no Trabalho: Muito boa essa reportagem !!

WG-Segurança e Saúde no Trabalho: Muito boa essa reportagem !!: Treinamento efetivo para funcionários é a principal forma de prevenção de acidentes Por: Leticia Cruz, Rede Brasil Atual Publicado em ...

domingo, 7 de agosto de 2011

CULTURA E SABEDORIA

Cultura
é ensinar ao menino a ler e a escrever palavras
Sabedoria
é ensinar-lhe a vivenciar sentidos

Cultura
é ensinar-lhe sobre as coisas da natureza
Sabedoria
é ensinar-lhe sobre a natureza das coisas

Cultura
é ensinar ao menino a ver as horas
Sabedoria
é ensinar-lhe a aproveitar seu tempo

Cultura
é ensinar os atalhos do poder
Sabedoria
é ensinar-lhe os longos caminhos da liberdade

Cultura
é ensinar-lhe a somar riquezas e diminuir custos
Sabedoria
é ensinar-lhe a multiplicação das virtudes e a divisão do amor

Cultura
é ensinar-lhe a trabalhar o corpo
Sabedoria
é ensinar-lhe a salvar a alma

Moacyr Sacramento, O Moa

Antes de chegar ao trabalho

Antes de chegar ao trabalho, antes de checar seus e-mails ou os recados, use 20 minutos para se planejar:
• Defina sua prioridade do dia, aquela pela qual você sacrificaria todas as outras tarefas. Isso o ajudará a direcionar suas energias.
• Atualize a lista de coisas a fazer. Defina o tempo necessário a todas as tarefas que precisa cumprir,inclusive para se preparar para reuniões e outros compromissos.
• Verifique sua agenda. Estabeleça um objetivo para cada compromisso.Se não conseguir pensar em um propósito claro,cancele-o.
• Pense em quem você vai encontrar durante o dia. Anote quaisquer questões que precise discutir com essas pessoas.
• Reveja seu planejamento para o restante da semana e do mês e certifique-se de concentrar suas energias nos pontos certos.
Só então verifique as mensagens e os recados e comece seu dia.
MAPA
DE
RISCO*




Extraído do texto SIVIERI, Luiz Humberto. Saúde no Trabalho e Mapeamento dos Riscos. In Saúde, Meio Ambiente e Condições de Trabalho: conteúdos básicos para uma ação sin-dical.

O mapa de risco é uma representação gráfica (esboço, croqui, layout ou outro), de uma das partes ou de todo o processo produtivo da empresa, onde se registram os riscos e fatores de risco a que os trabalhadores estão sujeitos e que são vinculados, direta ou indiretamente, ao processo e or-ganização do trabalho e às condições de trabalho.
O registro dos fatores de risco no desenho deve ser feito da forma mais simples possível, pa-ra que seja facilmente entendido por todos aqueles que o consultarem. Os riscos e fatores de risco podem ser registrados através de figuras, cores, ou outros símbolos que os trabalhadores considera-rem a forma mais fácil de ser entendida. A representação adotada deve ser compreendida e usada por todos, de forma a tornar homogêneo os registros e as análises.

II – PRINCÍPIOS DO MAPA DE RISCO
A elaboração do mapa de risco como uma alternativa sindical que se sustente na máxima participação e decisão dos trabalhadores, deve levar em conta alguns princípios que fundamentam uma linha operativa de transformação da organização do processo de trabalho ou, ao menos, elimi-nação ou redução dos riscos.

III - CLASSIFICAÇÃO DOS RISCOS


O processo de análise, pelos trabalhadores, tanto do ambiente como das condições de traba-lho, fundamentado em uma concepção classista de atuação sindical, define e adota oito grupos de risco, onde estão aglutinados, por categoria, diversos determinantes de nocividade no trabalho que expressam as condições de trabalho no Brasil, às quais os trabalhadores estão sujeitos cotidiana-mente. É importante salientar que o rol de fatores, citados em cada um dos grupos, são os mais co-muns e outros podem ser acrescentados.
Nos oito grupos de fatores estão representados os já tradicionais: físicos; químicos; biológi-cos, que junto com os fatores de higiene compuseram um grupo de fatores biossanitários; fadiga ou esforço que foram introduzidos em um grupo de fatores chamado de ergonômicos. A estes grupos de fatores foi acrescentado um outro grupo vinculado ao desgaste mental provocado pela organização do processo de trabalho, que foi chamado de fatores psicológicos. Dois outros grupos refletem as especificidades brasileiras relativas aos acidentes no trabalho e às condições de vida do trabalha-dor, nominados respectivamente de fatores de segurança e sociais. Por último foi criado um grupo, fatores ambientais, que aglutinou os riscos ao meio ambiente externo decorrentes do funcionamento de determinados processos produtivos e de determinadas formas de organização da produção e do trabalho.

DDS - Dialogo Diário de Segurança

O SESMT – Serviço Especializado em Segurança e Medicina do Trabalho pode contar com diversos instrumentos para a prevenção de acidentes e conscientização dos colaboradores para a prática de atos seguros como as CIPA’s por exemplo. Atualmente uma nova ferramenta vem ganhando espaço e sendo utilizada cada vez mais por profissionais como técnicos de segurança do trabalho.

Trata-se do DDS – Diálogo Diário de Segurança que constitui basicamente na reserva de um pequeno espaço de tempo, recomendado antes do inicio das atividades diárias na empresa e com duração de 5 a 15 minutos, para a discussão e instruções básicas de assuntos ligados à segurança no trabalho que devem ser utilizadas e praticadas por todos os participantes.

Veja abaixo 10 dicas importantes para um bom DDS – Diálogo Diário de Segurança:

1. Tenha sempre em mente o objetivo do DDS: “Criar condições para que os trabalhadores possam trocar informações, apresentar idéias, comentar dúvidas e dificuldades relacionadas à Saúde, Segurança e Meio Ambiente”.

2. Considerando sempre as características do grupo, busque temas interessantes e atuais. Peça sugestões, pesquise na internet, jornais, traga “causos” interessantes. Use acontecimentos do dia-a-dia da equipe como algo ocorrido com familiares, no trânsito, fatos importantes divulgados pela imprensa, entre outros assuntos que possam servir de fonte de informação ao grupo.

3. Faça um DDS sobre o “DDS” explicando o seu objetivo e funcionamento. Deixe claro a importância da participação ativa de todos.

4. Incentive a participação do grupo, convidando-os a conduzirem o DDS. Você pode elaborar uma escala de rodízios, repassando essas dicas ao próximo coordenador. Combine com o grupo, dias e horários apropriados; planeje o local e o assunto a ser tratado.

5. Exponha o assunto de forma clara e com linguagem adequada, considerando o nível de entendimento dos participantes.

6. Em média utiliza-se 5 a 15 minutos para realização do DDS, podendo variar de acordo com o interesse do grupo, a importância do tema e a habilidade do apresentador que está coordenando.

7. Como o próprio nome já diz, o Diálogo Diário de Segurança é um instrumento recomendado para uso diário. Fica a critério do grupo, estipular a periodicidade mais apropriada para a utilização do mesmo.

8. Eventualmente, convide profissionais de outras áreas para falar sobre temas técnicos. Poderão ser convidados médicos, enfermeiros, psicólogos, engenheiros, técnicos, ou seja, pessoas que conheçam mais o fundo o tema a ser tratado.

9. Utilize os últimos minutos para conclusão da idéia inicial. Deixe aberto para exposição de idéias do grupo. Tenha cuidado com sugestões para que não tenha conotação de promessa, pois se a mesma não for cumprida o DDS (e até o próprio instrutor) poderá perder a credibilidade.

10. É importante registrar o DDS. Utilize os procedimentos da empresa, ou crie um procedimento próprio. Data, duração, local, assunto abordado, nomes e número de participantes, são dados que podem conter no registro. O registro possibilita o gerenciamento do DDS como ferramenta para a identificação de novos temas e dos temas já abordados, evitando a repetição dos mesmos. Também serve para acompanhamento da participação dos integrantes do grupo durante as reuniões